Conforme o passar do tempo, o refinamento em conjunto com as técnicas de invenção nas fabricas conseguiram deixar o ambiente certo para a evolução da imprensa.

A China, principal contribuinte para este meio, começou muito antes de todos, inovando sempre com tintas diferentes e impressão xilográfica. A impressão com técnica de argila também começou a ser feita no mesmo país.

Em meados do século 15, a grande procura por documentos escritos que eram mais em conta acabou aumentando drasticamente. Porém, como isso se refletiu no mercado? Bom, como você já percebeu, vou separar este artigo para falar um pouco sobre a história da nossa querida imprensa em todo o mundo.

Evolução da imprensa

Ainda na região chinesa, os monges faziam suas atividades: garantir que a reprodução de todos os textos, que eram considerados sagrados, estejam em segurança. No entanto, somente isso não garantia que todos os pedidos conseguiam ser entregues. As pessoas que ficavam responsáveis por isso chamavam-se apenas como “copistas”.

Historicamente, as mais diretas invenções de impresso real podem ter ocorrido durante a Idade Média por Johannes Gutemberg.

Este incrível alemão conseguiu desenvolver a primeira máquina de impressão durante o século 15. No mundo da imprensa, é bastante comum que este tipo de atividade registre tudo que se passa durante a história da população. No entanto, nesta fase, a tradicional palavra “imprensa” leva o seu significado de premissa, ou seja, remete diretamente ao grande acontecimento da impressão e caracteres ou demais sinais gráficos. Tudo isso era feito em folhas de papeis mais dobradas, coladas ou até mesmo amarradas.

Com o passar do tempo, Gutemberg também conseguiu revolucionar todo o modo de se produzir livros no mercado. É por conta destes acontecimentos que os livros, naquela época construídos à mão, ficaram tão em evidência.

A tipografia

Após diversos estudos, podemos considerar que a tipografia foi oficialmente inventada em meados de 1445 pelo já citado Gutenberg, sendo o primeiro a também trabalhar com letras de metal.

A famosa prensa de rosca também era utilizada por encadernadores e xilógrafos na tiragem de opúsculos e estampas. O tipo avulso das letras do nosso alfabeto também era, de certa maneira, utilizado dentro da douração das lambadas.

Na época acima, os elementos da tipografia, tal como a já citada prensa, já era rotina, tornando mais possível a impressão de diversas maneiras.

A técnica que Gutenberg utilizava consistia em, basicamente, esculpir com um rigoroso martelo bem na extremidade de uma haste composta de aço, números e letres. Este processo era feito para fazer linhas mais completas, sendo possível permitir a impressão.

Seguindo por este caminho, surgiu a Litografia em 1796. Neste processo diferenciado, a reprodução dos textos passou a seguir pelas habilidades do austríaco Alois Senefelder. Neste conjunto de técnicas, Senefelder conseguia gravar tinta gordurosa em uma pedra mais polida. Após isso, o mesmo conseguia pressionar o papel contra a própria prensa, resultando na produção do texto. Posteriormente, a pedra foi gradativamente trocada para placas com tons metálicos. Alguns anos depois, um homem chamado Friedrich Koenig desenvolveu um tipo de entretenimento automático que espalhavam, por meio de rolos, tinta sobre as letras metálicas.

O famoso processo da troca de papel para uma impressão mais trabalhosa só veio a acontecer anos depois, considerando que era preciso operar pesadas alavancas de prensa. Desta forma, Koenig ajustou a impressão antiga e passou a chamar-se “impressão cilíndrica”, usando dois cilindros para imprimir o papel. Não preciso falar o quanto isso foi útil, não é? Vou tentar contar o restante da história em outra postagem. Fiquem ligados!