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22/06/2016    Fonte: Prefeitura Municipal de Campo Bom
CURSOS E CONCURSOS
Criatividade na cozinha: curso promovido pela Prefeitura ensina a utilizar plantas e flores na alimentação

CAMPO BOM - Flores e plantas comuns nos jardins podem enriquecer ainda mais os pratos. Foi isso que 25 campo-bonenses aprenderam no último sábado, 18, durante o Curso de Plantas Alimentícias Não Convencionais (Panc) que mostrou que plantas como Jasmim Manga, Ipê Amarelo, Urtiga, Malvavisco e fruto da Aroeira Vermelha podem ser inseridos em receitas caseiras de muito sabor. Promovida pela Prefeitura, a aula ocorreu no Centro Municipal de Educação Ambiental (Cemea) Nestor Weiler, onde a comunidade pode aprender receitas inusitadas, como pão de urtiga, patê de capuchinha e geleia de flores.

Além de encantar pela beleza, flores e plantas também podem encantar pelo paladar. Conforme a coordenadora do Cemea, Natália Braum, o Brasil é um país com uma grande biodiversidade, onde em torno de três mil espécies vegetais têm potencial alimentício. "Para o nosso corpo se desenvolver de forma saudável é necessária uma alimentação equilibrada com diferentes alimentos. Existem diversas plantas que nós julgamos como daninhas, mas que são grande fonte alimentícia, como é o caso das Pancs. É muito difícil ingerir grande quantidade de nutrientes, mas com a inserção delas na alimentação, é possível ingerir muito mais", disse. De acordo com Natália, essas plantas devem ser usadas como complemento da alimentação tradicional.
Além de aprenderem como identificá-las, participantes do curso conheceram receitas criativas e saudáveis, como pão de urtiga, patê de banana verde, patê de capuchinha, geleia de malvavisco com laranja, suco de folha da fortuna e omelete com Panc. A gerente Inês Berenice Zimmer, 53 anos, que já fez outros cursos oferecidos à comunidade no Cemea, viu a oportunidade pela internet e não pensou duas vezes em se inscrever. "Achei maravilhoso o curso. É uma possibilidade de baixo custo para incrementar nossa alimentação, pois são plantas e flores que temos em casa", falou. Já a estudante Maria Meirelles, 39, participou até de congresso sobre o assunto e por isso quis buscar mais conhecimento. "O curso é muito bom, principalmente pela prática de fazer os alimentos. Quando comemos não dá para acreditar que foi feito com uma planta dessas que a gente acha que nem dá para comer", contou a estudante de biologia. Também teve quem foi buscar conhecimento para replicar nas salas de aula do município, como Marion Viviane Lamb, 43, professora da escola Edmundo Strassburger. "Conheço as plantas e flores que podemos utilizar na alimentação, mas quis aumentar minha experiência para passar em sala de aula", afirmou.

Crédito: Talita Assis

Assessoria de Imprensa


       

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